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13 de junho de 2016

Para os LGBTS do PT e do PC do B - Em 2014 Dilma criticou o ataque a terroristas e pediu dialogo a favor deles Nota: esta reportagem foi publicada em 24 de setembro de 2014

BRASIL - A presidente Dilma Rousseff criticou nesta quarta-feira a ação militar dos Estados Unidos e de países aliados contra o grupo militante Estado Islâmico, também conhecido como Isis, no Iraque e na Síria e disse que os bombardeios, feitos sem a autorização da Organização das Nações Unidas (ONU), não levam à paz.

Em Nova York, onde fez o discurso de abertura da 69ª Assembléia-Geral da ONU, a presidente condenou em entrevista coletiva as ações militares realizadas sem o consentimento da ONU e voltou a defender uma reforma do Conselho de Segurança, incluindo a entrada como membro permanente de mais países, entre eles o Brasil.

"Vocês acreditam que bombardear o Isis resolve o problema? Porque, se resolvesse, eu acho que estaria resolvido no Iraque, e o que se tem visto no Iraque é a paralisia", disparou Dilma.

Ela disse que a invasão do Iraque em 2003 pelos Estados Unidos, então governado por George W. Bush, provocou a "dissolução do Estado iraquiano" e disse que o Estado Islâmico, grupo que tomou vastas áreas do território do Iraque e da Síria e que fez reféns e decapitou jornalistas ocidentais, é um "subproduto" da invasão norte-americana no Iraque.
"Hoje a gente querer simplesmente bombardeando o Isis dizer que você resolve, porque o diálogo não dá. Eu acho que não dá, também, só o bombardeio, porque o bombardeio não leva a consequências de paz", disse.
"É minha obrigação defender que isso (a invasão do Iraque em 2003) não se repita. Que não se faça ações fora do âmbito da legalidade da ONU."
Assim como fez em seu discurso na Assembleia-Geral, Dilma criticou a "paralisia" do Conselho de Segurança e disse que o organismo precisa ter mais poderes.
"Além de eu achar que o Conselho tem que ser reformulado, acho que o Conselho tem de ter claramente o poder de rejeitar certo tipo de ação unilateral", afirmou.

Os EUA, ao lado de países árabes e aliados, têm realizado ataques contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria e o presidente norte-americano, Barack Obama, prometeu em seu discurso na Assembleia-Geral manter a pressão sobre o Estado Islâmico, afirmando que o grupo tem que ser destruído.
Na terça-feira, em carta ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Samantha Power, disse que os ataques foram necessários para eliminar a ameaça do Estado Islâmico para o Iraque, para os Estados Unidos e para seus aliados.
Ela afirmou que a ação foi justificada pelo artigo 51 da carta da ONU, que cobre os direitos individuais ou coletivos dos Estados à Defesa contra ataques armados.
Fonte: Exame

22 de abril de 2016

DERROTADA - Dilma Chora em Nova York e com discurso de derrotada ameaça acionar a "cláusula democrática"

BRASIL - A presidente Dilma Rousseff voltou nesta sexta-feira (22), em Nova York, a classificar de "golpe" o processo de impeachment que é alvo no Congresso Nacional e afirmou a jornalistas estrangeiros que poderá acionar a chamada "cláusula democrática" do Mercosul em caso de ruptura no processo democrático no Brasil. Em entrevista à imprensa brasileira, ela ressaltou ainda que gostaria que a União das Nações Sul-Americanas (Unasul) também olhasse para o processo de afastamento que, atualmente, está em tramitação no Senado.

Na manhã desta sexta, Dilma discursou na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), mas, embora houvesse a expectativa de que ela fosse utilizar a tribuna para denunciar um "golpe" no Brasil, ela se limitou a dizer que o Brasil vive atualmente um "grave momento", com uma sociedade que construiu uma "pujante democracia" e que o povo saberá "impedir quaisquer retrocessos".

Cerca de 8 horas após discursar aos chefes de Estado mundiais na ONU, no entanto, a presidente voltou a usar o termo em entrevista a jornalistas estrangeiros.
"Eu alegarei a cláusula inexoravelmente... de fato [se houver], a partir de agora, uma ruptura do que eu considero processo democrático", disse a presidente na coletiva concedida exclusivamente à imprensa internacional na casa do embaixador do Brasil na ONU, Antonio Patriota.
"Está em curso no Brasil um golpe. Então, eu gostaria que o Mercosul e a Unasul olhassem esse processo", afirmou mais tarde aos jornalistas brasileiros em Nova York.

No discurso perante chefes de Estado estrangeiros, Dilma não falou a palavra "golpe". Disse que o Brasil vive atualmente um "grave momento", com uma sociedade que construiu uma "pujante democracia" e que o povo saberá "impedir quaisquer retrocessos".
Os ministros do Supremo Tribunal Federal Celso de Melo, Dias Toffoli e Gilmar Mendes refutaram a tese da presidente, atestando que há base legal para o processo de afastamento que tramita no Legislativo.

"CLÁUSULA DEMOCRÁTICA"
A chamada "cláusula democrática", aprovada em 2011 pelos países que integram o Mercosul, prevê vários tipos de punição em caso de ruptura ou ameaça de ruptura da ordem democrática, de uma violação da ordem constitucional ou de qualquer situação que ponha em risco o legítimo exercício do poder e a vigência dos valores e princípios democráticos.

Dependendo da gravidade do caso, as punições podem incluir a suspensão do país no bloco econômico, com fechamento total ou parcial das fronteiras terrestres para limitar o comércio, o tráfego aéreo e marítimo, as comunicações e o fornecimento de energia, serviços e abastecimento.

Michel Temer
Em entrevista publicada nesta quinta (21) ao jornal "The New York Times", o vice-presidente Michel Temer afirmou que está "muito preocupado" com a tese de Dilma de que há um "golpe" no Brasil em razão do processo de impeachment que ela enfrenta na Câmara dos Deputados.
"Eu estou muito preocupado com a intenção da presidente de dizer que o Brasil é uma república menor onde golpes estão em curso", afirmou Temer ao "NYT".
À TV Globo, o vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Valdir Raupp (PMDB-RO), afirmou que, embora Dilma esteja em seu direito de apelar a todas as instâncias possíveis, ele não vê "quebra ou ruptura" democrática no processo de impeachment.
O senador do PMDB ressaltou que a Câmara agiu de acordo com o rito de impeachment definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e o Senado, segundo ele, fará o mesmo.

Fonte: G1

7 de setembro de 2015

Fábio Júnior detona Lula, Dilma, Jose Dirceu e PMDB e plateia manda Dilma TNC

O cantor e ator Fábio Júnior, detonou a bandidagem do PT e PMDB durante o show Brazilian Day realizado em Nova York que concentrou um grande público de brasileiros que vivem nos Estados Unidos. Como pode se notar, a galera não perdoa e manda o coro ofensivo e justo para Dilma.

Dilma Vai TNC

Fonte - You Tube