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3 de novembro de 2017

Portal dos Barés - Estratégias de segurança falham e 200 pessoas são roubadas por dia em Manaus

AMAZONAS - As estratégias de combate a criminalidade adotadas nos últimos anos pelos governos estaduais demonstram uma frenética escalada da violência em Manaus.
Por outro lado, os comandos da segurança pública não conseguem enfrentar, ou mesmo, criar planos para frear a triste realidade vivida pela população, 24hs por dia, em todos os cantos da cidade.

E esses são dados apenas do que é registrado oficialmente nas delegacias, sem levar em consideração as que não fazem boletins de ocorrência por pura e simplesmente não acreditar que vai resolver.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), de janeiro a setembro deste ano, uma média de 8,3 pessoas foram vítimas de roubos a cada hora nas ruas e avenidas da capital, uma média de 200 registros em 24h e mais de 54,3 mil crimes em nove meses. Nesses números não estão incluidos roubos de veículos e crimes de homicídio.

Para enfrentar a bandidagem, o atual governo anunciou que vai adotar medidas duras, ou seja, as mesmas criadas em administrações anterioes, com rondas ostensivas, blitzens de trânsito, fechamento de bares e etc... No dia 24, a SSP reativou o projeto Ronda no Bairro, que vai agender apenas a zona Leste, por enquanto, conforme garantiu o secretário Bosco Saraiva.

Analisando as estatísticas dos focos crimes da SSP, autoridades da área de segurança observam que os assaltos e furtos acontecem de dia, de noite e em todos os lugares da cidade, e a zona Norte - a mais habitada de Manaus - é a preferida dos criminosos, que roubaram, em nove meses, mais de 16,1 mil vitimas nas ruas e avenidas, nas casas e em estabelecimento comercial. 

O mapa da criminalidade da capital demonstra que, de janeiro a setembro, mais de 2,6 mil pessoas foram vítimas de assalto só no bairro Cidade Nova, na zona  Norte, o mais populoso da cidade. A zona Leste, onde funciona o Ronda no Bairro, aparece em terceiro lugar, perdendo para a área Central, que no mesmo período registrou mais de 2,3 mil ocorrências de crimes.

Para alguns especialistas ouvidos pelo Portal Dos Barés, o Rondo no Bairro tem 50% de chaces de não dar certo, por conta do tempo de readaptação e a zona escolhida para o projeto piloto. Outro fator é o baixo contingente policial na capital e o curto espaço de tempo que o governo tem pela frente.

17 de outubro de 2017

Francisco Deodato diz que foi “mal entendido” e não há rombo de R$ 1,2 bilhão na Saúde

AMAZONAS - O secretário de Estado da Saúde, médico Francisco Deodato, e o secretário executivo da Susam, Orestes Melo Filho, estiveram na manhã desta terça-feira (17) na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), para esclarecer informações divulgadas pela mídia local a respeito de suposto rombo de R$ 1,2 bilhão no sistema de saúde estadual. Na semana passada, o deputado Sabá Reis (PR) cobrou a presença do secretário de Saúde para esclarecer as declarações de que o novo governo havia encontrado um “rombo” no segmento da Saúde, sendo atendido na Sessão Ordinária desta terça.

  
Na sessão dirigida pelo presidente Davi Almeida (PSD), os deputados Sabá Reis (PR), Serafim Corrêa (PSB), Alessandra Campêlo (PMDB), Luiz Castro (Rede), Dr. Gomes (PSD), Abdala Fraxe (Podemos), Platiny Soares (DEM), Wanderley Dallas (PMDB), José Ricardo (PT), Ricardo Nicolau (PSD), Augusto Ferraz (DEM) e Belarmino Lins (PROS) tiveram participação ativa questionando o secretário.
   
Antes de apresentar os números da Susam, Francisco Deodato disse que houve um “mal entendido” e que “o que eu disse foi deturpado”, ressaltando que nunca proferiu palavras como “rombo” ou “desvio”, mas que teria recebido informações de que a Susam tem um déficit.
  
Deodato disse que orçamento da Saúde para 2017 é de R$ 2,2 bilhões, dos quais, R$ 1,8 bilhão de orçamento inicial e R$ 400 milhões de suplementação. Desse total, conforme o médico, até o final de agosto foi executado R$ 1,7 bilhão, restando um saldo orçamentário de R$ 494,2 milhões. No entanto, até o encerramento do exercício de 2017, em dezembro, a Susam necessita de R$ 888 milhões. “Teremos um déficit orçamentário de R$ 393,8 milhões, relacionado às obrigações vigentes”, mencionou.  Existem ainda serviços prestados sem contrato e contratos não renovados somando R$ 178,3 milhões. “Somando-se esses dois itens chegaremos a um déficit de R$ 572,1 milhões”, informou.
  
Segundo o secretário, os números que tem falado sãos os mesmos que o deputado David Almeida apresentou como governador interino ao entregar o governo ao atual governador Amazonino Mendes, porém as interpretações é que foram diferentes. “Quero esquecer esse desentendimento de informações e trabalhar na construção desse novo momento da saúde do Amazonas”, sintetizou.

17 de agosto de 2017

Davi Almeida e a quebra do círculo vicioso nas licitações e a repactuação de contratos na saúde que gerou uma economia de R$ 315 milhões

AMAZONAS - Quando se quebra um círculo vicioso como licitações direcionadas e superfaturadas, contraria-se interesses de quem desenvolveu este círculo e quem os manteve.

Quando o governador Davi Almeida iniciou a repactuação de contratos na saúde que gerou uma economia de R$ 315 milhões no seu primeiro mês de mandato, não apenas interrompeu esse círculo como também colocou um alvo em si, sua equipe e familiares.

A exemplo do que aconteceu ano passado, quando foi "deflagrada" a operação maus caminhos desmontando um esquema que foi articulado sabe-se lá há quanto tempo, mais uma vez tenta-se atribuir algo ao governador Davi Almeida. Com que objetivo? A mando de quem?

Davi Almeida vem tentando manter este imenso barco que estava naufragando, desde que assumiu, pelo menos com um rumo certo. Vem sofrendo ataques desde que ganhou notoriedade e apoio popular por pura e simplesmente trabalhar: "Este governo vai ter a minha cara!", sentenciou ao assumir.

Foi mostrando trabalho e, quando decidiu repactuar contratos da saúde, mexeu em um vespeiro e colocou em suas costas um alvo. Ser alijado do processo eleitoral pelo próprio partido foi seu primeiro castigo, mesmo tendo boa aceitação popular e despontar como uma nova liderança. Sofreu ameaças calado o quanto pôde. Ontem desabafou. “Não quero briga com ninguém. Minha briga é contra os problemas.” A declaração do governador Davi Almeida completou o desabafo, após entregar o Centro Cirúrgico do Hospital e Pronto Socorro da Zona Norte, de que ele, membros de sua equipe e pessoas dessas famílias, vêm recebendo ameaças de morte. "Nós estamos enfrentando problemas que não foram criados por nós e sem dúvida alguma, preocupados em dar uma boa qualidade de vida à população do Estado do Amazonas”, completou.

Foi tocando obras por Manaus e pelo interior com recursos represados, manteve sua conduta correta e lançou Rebecca Garcia como alternativa nas eleições suplementares, negando-se a deixar usarem a máquina do governo para eleger Amazonino Mendes, que foi lançado com apoio do cacique de seu partido, Omar Aziz. "Não me calo e não me curvo. Eles avisaram: Davi, após as convenções vamos assumir as secretarias para eleger o Amazonino. Me neguei e mantive o ritmo da minha administração", disse à época.
Desde então vem sofrendo ataques dos candidatos e dos aliados. Seu maior crítico tem sido o prefeito Artur Neto, que inclusive o acusou de querer a eleição indireta e foi ao TRE-AM pedindo que o mandado interino de Davi Almeida seja encurtado, sem respeitar período de transição entre duas gestões.
Não bastasse isso, Artur se dispôs a resolver a questão de segurança. Logo ele, que não conseguiu até hoje nada em relação ao transporte coletivo (prometeu renovar a frota e o Sinetram entregou apenas 30 ônibus "novos", mas retirou 54 de circulação por não terem condições de circular), que não consegue tapar os buracos que só aumentam a cada dia.
Hoje o desafio é sair do Centro para chegar na Cidade Nova em um curto espaço de tempo, pois a famigerada faixa azul é uma fábrica de multa. Sem contar que a mais cara ciclovia do planeta foi feita por Arthur Neto, no valor de 18 milhões e sequer circulam bicicletas.
Como disse o próprio Davi Almeida: "acorde cedo prefeito, e vá trabalhar pelo povo que o elegeu".

Fonte: Amazônia Web Noticias 

26 de julho de 2017

Governo do Amazonas fortalece ações de combate a invasões de áreas do poder público

AMAZONAS - O trabalho de combate a invasões de terrenos pertencentes ao poder público será fortalecido com ações conjuntas, mais organizadas e mobilizando mais órgãos que fazem este trabalho.
O acerto foi feito pelos integrantes do Grupo Integrado de Prevenção a Invasões de Áreas Públicas (Gipiap) durante reunião realizada na manhã desta quarta-feira (26), sob a coordenação da Secretaria de Administração e Gestão (Sead).

Participaram da reunião os representantes de dez órgãos públicos, das esferas estadual e municipal, que trabalham diretamente com o problema das invasões de terra na cidade de Manaus. Entre os assuntos tratados, o fortalecimento do trabalho que o Gipiap realiza, congregando órgãos e secretarias da administração pública, foi o que mais rendeu debates.

Na discussão, surgiu a ideia da elaboração de um regimento para regulamentar o decreto que criou o grupo integrado, em julho de 2015. “Este regimento vai regulamentar as ações do Gipiap, as parcerias, as demandas de logística, definir um protocolo de denúncias e outros problemas práticos”, explicou Euclides Neto, coordenador executivo do Comitê de Articulação Institucional, órgão ligado à Sead que coordena o Gipiap.

Ação integrada
A troca de informações e a organização das ações em forma conjunta foi outra necessidade apresentada pelos órgãos. O Gipiap trabalha, praticamente, todos os dias fazendo desde apuração de denúncias de invasões em áreas públicas e até mesmo realizando a desocupação desses terrenos.
Mas antes de qualquer medida prática ser tomada, vários levantamentos são feitos, como por exemplo, descobrir a quem o terreno invadido pertence. E, em muitos casos, a confusão de informações emperra o processo de impedimento que a área seja invadida.
Aperfeiçoamento
Com a elaboração de um regimento, definindo procedimentos e funções, o trabalho do Gipiap deve ser aperfeiçoado. “Nós estamos em um período de transição política, de crise financeira, mas ainda assim nós vemos um grande esforço pra manter o trabalho do Gipiap, o que demonstra uma integração tanto do poder municipal quanto do poder estadual e dos demais órgãos da segurança pública”, disse o delegado Samir Freire, titular da Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema).
Atualmente, estão em andamento pelo menos 35 processos de invasões de terrenos públicos que esperam a desocupação ser determinada pela Justiça.
Histórico do Gipiap
O Grupo Integrado de Prevenção às Invasões em Áreas Públicas no Estado do Amazonas (Gipiap) foi criado pelo Decreto nº 36.015, de julho de 2015, e tem como finalidade precípua gerenciar as ações integradas dos órgãos e entidades da administração direta e indireta do Poder Executivo Estadual, em parceria com os órgãos fiscalizatórios da Prefeitura Municipal de Manaus, nas ações preventivas e repressivas às invasões de áreas públicas, bens imóveis públicos, cujo titular é o Estado do Amazonas.
Entre as atribuições principais do grupo, estão: coordenar as ações de Planejamento de Operações de Desocupação Administrativa de áreas Públicas, edificadas ou não, ocupadas irregularmente por particulares, com apoio dos órgãos integrantes; e elaborar relatórios circunstanciados após a realização de vistoria, bem como após as operações de desocupação, informando a Procuradoria Geral do Estado e Procuradoria Geral do Município, a situação das áreas invadidas/ocupadas irregularmente, para adoção de medidas ao alcance dessas especializadas.

O Gipiap tem como sede o prédio da Secretaria de Administração e Gestão (Sead). Entre os canais de recebimento de denúncias, estão: o call center do Prosamim (0800 7202122), o fone de denúncias da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade – Semmas (0800 092 2000 ou 3236.8267) e o disque-denúncia do Implurb (161). 

Os telefones da sede do Gipiap são 3182-2848 e 3182-2849.

16 de julho de 2017

Por Robson Franco - Davi Almeida e o incômodo de ser recente e decente

AMAZONAS - Passado os tiroteios do primeiro momento de todos quererem ser candidato ao mandato-tampão, restou alguns velhos pretendentes ainda buscando alianças e o governador Davi Almeida como candidato natural, fazendo o que a sua consciência manda e incomodando muita gente com sua performance.


“Estou dando a minha cara ao governo”, disse desde o primeiro momento que assumiu.
A trajetória de Davi Almeida é marcada pela simplicidade. De motorista a deputado estadual, sua trajetória é meteórica. Formado em direito, é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2006, reeleito em 2010 e está em seu terceiro mandato. Foi escolhido presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) em janeiro. Sequer imaginava que seria o governador, já que a cassação do governador José Melo (PROS), de quem foi líder, não era esperada. Assumiu o cargo de governador do Amazonas e está filiado ao PSD.

Como vem surpreendendo na gestão do estado, começa o ataque de seus adversários nesta eleição suplementar, mas não tem sido fácil encontrar algo contra ele. Na tentativa desesperada de “queimá-lo” junto à opinião pública, as acusações são que “defendia Melo na Aleam. Como líder do governo, era seu papel fazer a defesa dos atos do governo. Mas sua prática tem sido diferente das de quem o acusa. Sem sequer uma mancha em sua vida política recente, tem se mostrado uma pessoa decente e isso incomoda mais do que qualquer outra coisa na política.
Quem o conhece reitera de que não mudou nem suas práticas e nem tampouco mudou em relação aos cargos que assumiu. “Ele continua o mesmo de sempre, pois sabe que tudo isso é temporário e um dia passa, mas jamais as amizades e o que construiu nesse tempo”, afirmam vários de seus amigos.
Quem acompanha política, sabe que um político novato pode não ter visibilidade, mas se surge como novidade e com comportamento diferenciado, tem grandes possibilidades de ir longe. E é isso que Davi Almeida tem feito. A diferença.
O tempo dirá onde ele chegará!
Fonte: 
https://www.facebook.com/portaldosbares/?hc_ref=ARQ-8UR0LiphlHdku4BUHJ3T_18ptvk9bJAMXzszkxmW2AIC3KB47dzZEfkjggMEyyg

9 de junho de 2017

Artigo Robson Franco - Davi Almeida: nem surpresa, nem fenômeno, uma realidade

AMAZONAS - De patinho feio esquecido pelos institutos nas pesquisas para as eleições suplementares, o governador Davi Almeida veio atropelando por fora e, com uma fórmula simples (trabalho com seriedade e humildade), mostra que tem chances reais de ser eleito.


Alçado ao cargo após a cassação de José Melo e Henrique Oliveira, Davi assumiu dizendo que este curto mandato teria a sua cara e foi fazendo mudanças pontuais que agradaram a população. Ações em áreas como a Saúde e mais algumas que estão sendo implementadas na Segurança, além de uma atenção aos venezuelanos e aos ribeirinhos afetados pela enchente marcaram seus primeiros 30 dias de governo.

A pesquisa que aponta sua vitória batendo grandes caciques como Amazonino Mendes e Eduardo Braga provocou muitas reações no meio político e repercutiu nas redes sociais, como um reflexo do que a população realmente quer para um futuro próximo: comprometimento com soluções para problemas que deixam a todos preocupados.

Não queremos eleger quem pode ser preso a qualquer momento durante uma fase da Operação Lava Jato, como não queremos quem fez uma gestão desastrosa quando passou pela prefeitura recentemente e está, sabidamente, com a saúde abalada.
O que se espera é alguém com determinação para resolver e tem escutado os clamores dos diversos segmentos da sociedade.
Ave, Davi!


Robson Franco é jornalista
Portal dos Barés
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1408577719221875&id=516704831742506